quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Tipo vanguarda. Part05 ( Encontro )

Dizem que homens não choram, não são sensíveis e muito menos carinhosos, só que tudo isso é uma grande mentira, pois nós homens choramos, somos sensíveis e carinhosos, só que nosso orgulho é demasiado para que fiquem amostra todos esses sentimentos.
Naquele dia estava dentro da sala de aula, o professor estava revisando a matéria para nossa prova que viria na semana que vem, só que meu pensamento não estava nem ai com a prova e muito menos com a revisão do professor naquele dia, me encontrava em um momento de nostalgia onde a saudades se torna uma amiga inseparável e, por mais que não queria me lembrar aquele dia completaria exatamente três anos em que não via mais o rosto de Fernanda e por incrível que pareça aquilo estava me incomodando muito. Já não tinha mais noticias de “minha” menina e muito menos saberia se ela estaria do mesmo modo em que me encontrava, (com saudades e muitas perguntas), era um tanto confuso entender o motivo real de ela ter me deixado, não havia me mandado noticias de sua nova vida e nem como estaria sem seu super-herói, que no caso seria eu! Mais posso afirmar para vocês leitores que é inevitável não falar de Fernanda nesse conto, pois ela é a única mulher na qual me aflige e me toma até os dias de hoje.
As horas se tornaram longas naquela sala de aula e minha paciência estava curta, meus pés batiam no chão do mesmo modo em que o ponteiro subia para marcar mais alguns segundos, então o que foi minutos para alguma pessoa se tornou uma vida inteira para mim. Após toda essa agonia de querer ir embora peguei meu caminho direto para casa, o tempo estava cinza e frio, aquele frio que deixa o nariz de qualquer pessoa vermelho e gelado, mais não havia quem podia tirar de mim o pensamento da noite passada, nada podia tirar de mim aquela saudade ou seja lá como todos chamam a saudade hoje em dia, peguei o metro onde me sentei “isolado” das outras pessoas, estava perto da janela onde podia ver as estações e como continuava o tempo do lado de fora.
O relógio marcava 11 da noite e apenas o que queria era chegar em casa, e tentar dormir um pouco, pois minha cabeça já não cabia mais nenhum tipo de pensamento, entre uma e outra estações pude ver inúmeras pessoas, sejam elas adultas, crianças, velhos e adolescentes, mais nenhuma me lembrava Fernanda, nenhuma era tão natural como Fernanda forá para mim, então resolvi descansar a cabeça e esfriar os pensamentos, deitei a mesma sobre a cadeira do metro e por alguns minutos fechei os olhos, no momento em que senti o metro parar abri os mesmos para ver em qual estação estava, e nesse momento pude ver de relance um casaco preto sem nenhum detalhe, uma calça jeans escura e um lido cabelo longo, procurei ver o rosto, mais essa pessoa parecia estar com pressa e a porta do metro havia se fechado no momento em que ela saiu,  meu rosto colou no vidro da janela onde pude sentir o embaçar com minha respiração ofegante e preocupada, meu coração havia se descompassado  junto de meu olhar que ficou intacto com o susto ou quem sabe breve um engano, algo me dizia que aquele cabelo era os de Fernanda e que ela viera para São Paulo somente para me ver.
Sim meus caros leitores, parece insano ou talvez uma historia de romance fajuto, onde o moçinho fica com a moçinha no final do conto, mais o que posso lês garantir é que algo me dizia que era ela, e que devia fazer algo. Mais lhes pergunto e no momento perguntei a mim “Como vou achar essa menina novamente? Ela passou por mim e não me reconheceu ou de fato é coisa da minha cabeça?” Resolvi apenas seguir o caminho de casa   

                                                                                                                           Continua

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tipo vanguarda. Part04 ( Vida em São Paulo )


Todos dizem que a cidade de São Paulo não dorme, verdade, pois quando cheguei aqui demorei para me acostumar com a vida agitada dos paulistanos, parece que nunca ninguém tem sono ou sempre tem algum lugar para ir de madrugada.
Nos dias de sexta-feria depois dos meus afazeres, costumava a ir em um bar de rock um tanto popular na rua augusta, ninguém me tira da cabeça que aquele é o melhor lugar de se achar meninas bonitas de pele branca e olhos claros, foi lá onde tive o enorme prazer de conhecer Débora, Débora é daquelas garotas altas e magras, rosto fino junto de lábios avermelhados, cabelo loiro claro e um par de olhos de tirar a atenção de qualquer homem, naquele dia a conheci pelo simples fato de ter sentado ao meu lado na cadeira próximo ao balcão, Ela era dona de uns dentes lindos, grandes e arredondado, foi então que começamos nosso assunto sobre musica e alguns curiosidades pessoais, em uma cerveja e outra já estávamos íntimos, foi então que trocamos um rápido e discreto beijo, mais algumas conversas, olhares, gestos e pronto, já estávamos novamente “trocando saliva”, dessa vez nossos beijos não eram nada discretos nem tão pouco rápidos. As mãos de Débora, deslizavam pelas minhas costas e faziam a curva da costas até minha barriga, suas mãos passeavam pelo meu corpo enquanto as minhas eram fixas em suas coxas e barriga, nossa “pegada” já estava um tanto forte e desnecessária ao olhar de outras pessoas, foi então que a chamei para um lugar calmo onde não possuía tanta gente, mais ela negou com a cabeça e me puxou para o banheiro.
Uma das coisas que gosto nesses Bares ou boates de São Paulo são que os banheiros são mistos, então não seria estranho ver um homem entrar no mesmo banheiro que uma mulher, devo agradecer os arquitetos que pensaram em banheiros mistos, pois isso facilitou mais uma de minhas transas na cidade de São Paulo. Enfim, quando chegamos ao banheiro já não tinha duvidas que nossa “pequena” conversa se tornaria em uma transa no banheiro de um bar de rock, Débora passava suas unhas pelas minhas costas e eu a empurrava contra a parede esquerda do banheiro, suas mãos já estavam dentro de minha blusa e minhas mãos já estavam por abrir seu sutiã, incrível era a sensação gostosa de não poder fazer barulho, isso fez com que Débora gemesse baixinho em meus ouvidos enquanto colocava suas pernas presas em minha cintura, eu a beijava com vontade, puxava, mordiscava, chupava sues lábios, enquanto ela roçava seu sexo no meu, me fazendo excitar ainda mais, em uma dessas roçadas tomei a atitude de levantar sua saia e afastar com o dedo sua calçinha para o lado esquerdo, entre beijos, arranhões, mordidas e chupões, comecei a brincar com o “famoso” clitóris, e foi então que senti sua respiração mudar de suave para profunda. Débora agora levava uma de suas mãos até meu sexo onde retribuía meus carinhos em seu clitóris, não demorou muito para que ela abrisse minha calça e levava meu sexo de encontro com ao dela, em algumas de minhas penetrações ela gemeu alto a ponto de eu tampar sua boca com uma de minhas mãos e logo a sorrir maliciosamente. Débora era boa no que fazia, mais foi quando ela resolveu se ajoelhar entre minhas pernas e tocar seus lindos lábios em meu sexo que realmente percebi no que ela era experiente, seus lábios eram macios e delicados junto de suas mãos que acompanhavam o ritmo de vai e vem que sua boca fazia pelo meu sexo, naquele momento lhes confesso que não exitei e deixei a natureza falar mais alto, a fitei os olhos e vi escorrer pelo canto de sua boca o meu “gostinho”, gostinho aquele que ela engoliu e sorrio enxugando os que no queixo insistiram em ficar.