quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tipo vanguarda. Part03 ( Minha existencia )

Caro leitor, devo me apresentar a vocês, pois creio que mal sabem como sou e ficam por imaginar uma pessoa qualquer em seus pensamentos.
Devo começar pelo meu nome, idade, tamanho e assim vou dando continuidade a minha existência nesse pequeno conto. Sou Derek, algumas pessoas me chamam pelo apelido dado por elas mesmas como Dé, admito que esse apelido não me agrada, mais como sou educado ou tento ser, as atendo pelo apelido que diz ser carinhoso. Nasci em Florianópolis e vim para São Paulo tenta uma faculdade de direito, junto da faculdade vim tentar uma vida nova, pois minhas lembranças de “floripa” não são exatamente boas, já lhes conto um pouco de como era minha vida por lá, pois agora preciso terminar de me apresentar, tenho 23 anos bem e mal vividos, costumo raspar minha cabeça, pois tenho uma inútil teoria sobre cabelos, costumo dizer que cabelos só nos faz perder tempo e tempo é uma coisa que realmente não gosto de perder, por isso sempre perco 5 minutos da minha vida passando a maquininha de numero 3, já que não possuo tanto cabelo decidi deixar minha barba crescer, assim tem onde as meninas podem fazer carinhos, mais devo dizer que minha barba não é grande, é aquelas que não pinica e nem engasga garotas na hora do beijo. Posso tomar a liberdade de dizer que sou simpático, pois dizer que sou bonito seria uma mentira deslavada.
Minha vida em Florianópolis era uma vida calma, cursava um curso de informática, saia nas sextas férias com os amigos e nos fins de semana passava na casa de Fernanda, Fernanda foi minha única namorada, só que mais para frente vou lhes conta sobre ela, por enquanto falarei da minha família, tenho um pai que considero um herói, uma mãe que é a mulher da minha vida, uma irmã de 14 anos e um cachorro chamado Max, nome clichê mais foi o único que consegui pensar no dia, eu morava em uma casa a oito quadras da praia, então sempre que podia passava a madrugada na praia, em uma dessas minhas “passadas” conheci Fernanda, no dia ela estava sentada na areia, com aquelas camisas largas de pano fino e um short jeans claro, ela estava sozinha, por isso tive coragem de perguntar o que ela fazia por lá, e foi daí que surgiu nosso primeiro beijo, primeira transa e tive minha primeira namorada. Fernanda tinha cabelos longos de cor escura, sorriso largo, magra de pele clara, era linda e posso dizer que ainda é, eu realmente adorava quando acordava pela manhã e via aquela menina de corpo bonito deitada sobre um de meus braços, era de praxe, ela acordava se espreguiçava pela cama e me roubava um beijo deixando seus cabelos cobrirem meu rosto e por fim ia tomar seu banho, nosso relacionamento durou 3 anos e 1 mês, depois disso ela tomou a iniciativa de ir para o Canadá fazer sua tão sonhada faculdade de moda, demorou meses para Fernanda sair da minha cabeça, então por esse e outros motivos me mudei para São Paulo, confesso que se visse Fernanda andando pelas ruas de São Paulo lhe pediria algumas coisas, sendo elas que dormisse mais uma vez comigo, pois o calor do corpo dela sempre foi interessante, pode se dizer que era mais quente que estar no calor do rio de janeiro com vinte cobertores e noventa calças e blusas de frio, seu calor era sempre acolhedor depois das nossas transas nos dias de frio. Me lembro uma vez que ela estava doente e tive que passar a noite de sábado para domingo cuidando dela, seu  corpo parecia queimar sobre o meu e seu rosto era ainda mais lindo quando corados.
Deixe-me parar de lembrar delas, pois não quero lhes ocupar com historias bobas de um homem inconformado pela garota que lhe deixará por uma faculdade de moda no Canadá.

                               
                                                                                                                  Continua.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Tipo vanguarda. Part02 ( Minha rapida despedida )

Heloisa agora estava ajoelhada na minha frente com seu corpo encaixado entre minhas pernas, suas mãos passeavam pela minha barriga dando leves apertões seguindo ao botão de minha calça, em questão de segundos suas mãos adentraram pela minha cueca e por lá fizeram um bom trabalho, foi então que a coloquei sentada sobre meu colo firmando ainda mais suas coxas contra minha cintura, deixei com que minhas mãos passeassem por suas coxas seguindo o caminho das laterais da cintura onde pude retirar com agilidade sua regata, devo confessar que gostei da regata larga, pois facilitou meu trabalho para retirá-la. Heloisa despojava de um lindo corpo e eu de uma linda sorte, deixei meus lábios tocarem aquela pele macia onde beijei por inteiro aquele corpo cheio de curvas bem desenhadas, era prazeroso ver seu corpo se contorcer e arrepiar em meus braços, a maneira como ela gemia baixo em meus ouvidos só aumentavam meu tesão por aquela transa, então quis que aquele momento se prolongasse a cada “entrada e saída“ minha, seus gemidos se transformaram em palavras, palavras como “continue, vai, mais, me chupa, mais, mais, mais”.
Devo afirmar novamente que Heloisa não era nenhum tipo de puta, por mais que neste dia ela estava parecendo com uma, sei que aquela não era sua primeira vez, pois o modo como ela me tocava, os gemidos e as palavras não eram como as de uma garota virgem e sim de uma mulher experiente que queria sexo, sexo e mais um pouco de sexo.
Mais alguns minutos, mais algumas brincadeiras e não demorou muito para que ela entrasse no seu estado de prazer e eu terminar com aquela nossa despedida.
-Dé, que horas são?
-Eu não sei, talvez umas sete ou oito horas.
-Acho que precisa ir, alguém pode chegar e ainda não arrumei minhas malas.
-Tudo bem, já está mesmo na minha hora, enfim menina tenha uma boa viagem ou quem sabe uma boa moradia por lá, espero que ainda se lembre do carinha que sentava na ultima carteira da sala de aula.
-Eu vou me lembrar, não tem como me esquecer.
Ela me sorrio gentilmente deixando seus lábios encontrarem os meus e iniciar um beijo vagaroso acompanhado de mais algumas carícias, Heloisa me levou até a porta de seu apartamento, me deu alguns abraços apertados e beijos demorados, dessa vez dava para notar sua timidez, diferente daquele fogo que ela estava na hora da minha chegada.
Depois desse dia tive noticias de Heloisa apenas uma vez, ela me enviou uma carta junto de uma foto que ela estava realmente linda, ela dizia algumas coisas como “saudades“ “nunca me esqueci daquela nossa despedida”, mais o que mais me surpreendeu foi o que ela escreveu no fim da carta “eu te amei, acho que ainda amo, mais a vida nos proporciona caminhos diferentes e não pude escolher entre o caminho e você”, talvez ela gostasse de mim e aquela transa significou algo para ela, devo admitir que senti falta de Heloisa, pois coxas como as dela está em extinção no Brasil.
                                                     Continua..

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tipo vanguarda. Part01 ( Um pequeno começo )

Não era exatamente sexo que queria com Heloísa, apesar dela querer somente esse tipo de relacionamento, pra dizer a verdade não sou como os garotos de hoje em dia, que adora ver pernas se abrirem para que eles possam dispor de prazeres rápidos e profanos, particularmente gosto de garotas difíceis como maçãs que são colhidas do pé e não pegada do chão, mais pode se dizer que hoje em dia é difícil encontrar meninas que se dão o tal valor, só que no caso de Heloisa não pude exitar e deixar de dar o famoso “trato” nela, pois ela era daquelas meninas bonitas com um belo par de coxas e, que coxas aquela garota possuía.
No final de julho pude sentir aquelas coxas firmes presas sobre minha cintura um tanto magra, foi uma transa gostosa, mais nada fora do comum, só que deixe-me ser mais detalhado, pois são os detalhes que torna uma escrita boa de se ler, não é mesmo? Se não me falha a memória era uma sexta feira às quatro horas da tarde que recebi o telefonema de Heloisa pedindo para que eu fosse vê-la, pois estava saindo de viagem e queria se despedir, não sou do tipo esperto, mais não precisava muito para notar que ela estava com outras intenções e não só se despedir de mim. Heloisa morava algumas quadras para frente da minha casa, então não demorei tanto para ir vê-la, fiz como combinado, pedi para o porteiro interfonar o apartamento de numero 20 e subi sem que ela fosse me buscar, toquei a campainha de seu apartamento, passei as mãos pela pouca barba que tinha, conferi meu alito e por fim arrumei a gola de minha camisa e fiquei por esperá-la. Heloisa despojava daquelas regatas largas onde o sutiã fica amostra, usava também aqueles shorts curtos cujos bolsos ficam para fora, seu sorriso estava mudado, estava com um pequeno toque de safadeza junto de um olhar maldoso, devo confessar que nesse momento quis arrastá-la para dentro do apartamento e ver o resto de suas belas coxas sem aquele pequeno short.
-Devo entrar ou da para me despedir de você aqui mesmo? Perguntei lhe sorrindo e logo a comprimentado com um leve beijo no rosto.
-Como sempre você é palhaço! Você deve entrar Derek! Se despedir aqui fora não é tão legal assim.
Não pude evitar que meus olhos passeassem por todo aquele corpo, sou homem e isso é de natureza, menti ao mencionar isso? Por fim entrei no apartamento, procurei um lugar para me sentar, até que me sentei em uma das poltronas que havia pela sala, deixei meu corpo relaxar e fiquei por olhar aquela garota sentada frente a mim.
-Vai demorar muito para voltar?
-Talvez eu volte no final das férias, pra dizer a verdade meus pais querem morar por lá, dizem que lá tem um bom ensino e é um lugar ótimo para se morar. Por isso te chamei aqui, talvez eu nem volte, por isso quero me despedir do modo em que deve se despedir de garotos como você, Derek.
Nessa hora já tinha certeza de que a despedida não iria ser só de abraços e palavras como “boa viagem” “volte logo”. Heloisa não era uma desconhecida, era uma colega de sala, na qual sempre me olhava com olhares devoradores, só me surpreendi com tamanha vulgaridade que ela estava me tratando. Enfim, como não gosto de dar muitas voltas vou logo ao assunto que mais lhes interessam, creio eu.
                                                                                                                                 Continua....

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Aquele momento.

Sua cabeça estava baixa, seus olhos fitavam todos os lugares menos os meus olhos, eu realmente não sabia o que te dizer naquele momento, pois o peso que suas palavras têm me causa um grande medo, tivemos alguns momentos, contamos algumas historias e aprendemos a respeitar o espaço uma da outra, só que o que não aprendemos a ter foi coragem, creio que foi isso uma grande falha nossa, pois quando o amor é demasiado a falta de coragem se torna uma grande conselheira, e por falta de coragem te deixei sair de mim sem que falasse uma palavra ou demonstrasse algum sentimento e mesmo morrendo por dentro pude sentir bem viva o que era estar perdendo.
Você por alguns segundos me fitou os olhos e caminhou até sumir da minha vista, foi naquele exato momento em que desejei sua volta, desejei também que me desse um aqueles seus abraços apertados e acolhedores e disse se que tudo ficaria bem, que você não sairia dali sem que eu fosse junto, mais acho que por falta de coragem não desejei o suficiente para que você voltasse e tudo aquilo se tornasse real. 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Observar, observar, entender e se acostumar

“O sol nasce todas as manhas, brilha todas as tarde e se põe para que no outro dia possa nascer novamente, só que nunca nasce, brilha e se põe do mesmo modo que o dia anterior”
Ela é como o sol, que nasce, brilha e se põe, para que no outro dia possa nascer de outro modo, só que ninguém percebe o quão é sua diferença, pois é mínima aos olhos de quem não é disposto a observar tamanha delicadeza vinda de algo tão simples.

Não é como dizer "oi"


Ela caminhava ao meu lado, falávamos de como seria o futuro e de como queríamos estar quando o nosso futuro chegar, seu caminhar estava pesado, lento e preguiçoso junto de seus braços que balançavam lentamente acompanhando seu andar vagaroso. Ela não entendia nada do que falava, pois seus ouvidos estavam tampados com tantas baboseiras vindos de um mundo fechado, então eu lhe dizia “sua companhia me faz querer saber como será o futuro” e, ela me sorria gentilmente dizendo coisas controversas dando rumo a outros assuntos.
Oras fitava seus olhos, oras deixava meu olhar vagar por lugares distantes, dava para se notar o tremor que meu corpo se encontrava e o secor que existia em meus lábios, então ela me perguntava “gosta de ficar só?”, e eu me revirava de náusea, pois era impossível ser sincero em uma pergunta cuja resposta seria “gosto de estar contigo” .
Ela definitivamente nunca entendeu quais eram os meus sentimentos, e também nunca percebeu que seus comprimentos para mim eram como se fossem os mais sinceros “eu te amo”.