quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tipo vanguarda. Part04 ( Vida em São Paulo )


Todos dizem que a cidade de São Paulo não dorme, verdade, pois quando cheguei aqui demorei para me acostumar com a vida agitada dos paulistanos, parece que nunca ninguém tem sono ou sempre tem algum lugar para ir de madrugada.
Nos dias de sexta-feria depois dos meus afazeres, costumava a ir em um bar de rock um tanto popular na rua augusta, ninguém me tira da cabeça que aquele é o melhor lugar de se achar meninas bonitas de pele branca e olhos claros, foi lá onde tive o enorme prazer de conhecer Débora, Débora é daquelas garotas altas e magras, rosto fino junto de lábios avermelhados, cabelo loiro claro e um par de olhos de tirar a atenção de qualquer homem, naquele dia a conheci pelo simples fato de ter sentado ao meu lado na cadeira próximo ao balcão, Ela era dona de uns dentes lindos, grandes e arredondado, foi então que começamos nosso assunto sobre musica e alguns curiosidades pessoais, em uma cerveja e outra já estávamos íntimos, foi então que trocamos um rápido e discreto beijo, mais algumas conversas, olhares, gestos e pronto, já estávamos novamente “trocando saliva”, dessa vez nossos beijos não eram nada discretos nem tão pouco rápidos. As mãos de Débora, deslizavam pelas minhas costas e faziam a curva da costas até minha barriga, suas mãos passeavam pelo meu corpo enquanto as minhas eram fixas em suas coxas e barriga, nossa “pegada” já estava um tanto forte e desnecessária ao olhar de outras pessoas, foi então que a chamei para um lugar calmo onde não possuía tanta gente, mais ela negou com a cabeça e me puxou para o banheiro.
Uma das coisas que gosto nesses Bares ou boates de São Paulo são que os banheiros são mistos, então não seria estranho ver um homem entrar no mesmo banheiro que uma mulher, devo agradecer os arquitetos que pensaram em banheiros mistos, pois isso facilitou mais uma de minhas transas na cidade de São Paulo. Enfim, quando chegamos ao banheiro já não tinha duvidas que nossa “pequena” conversa se tornaria em uma transa no banheiro de um bar de rock, Débora passava suas unhas pelas minhas costas e eu a empurrava contra a parede esquerda do banheiro, suas mãos já estavam dentro de minha blusa e minhas mãos já estavam por abrir seu sutiã, incrível era a sensação gostosa de não poder fazer barulho, isso fez com que Débora gemesse baixinho em meus ouvidos enquanto colocava suas pernas presas em minha cintura, eu a beijava com vontade, puxava, mordiscava, chupava sues lábios, enquanto ela roçava seu sexo no meu, me fazendo excitar ainda mais, em uma dessas roçadas tomei a atitude de levantar sua saia e afastar com o dedo sua calçinha para o lado esquerdo, entre beijos, arranhões, mordidas e chupões, comecei a brincar com o “famoso” clitóris, e foi então que senti sua respiração mudar de suave para profunda. Débora agora levava uma de suas mãos até meu sexo onde retribuía meus carinhos em seu clitóris, não demorou muito para que ela abrisse minha calça e levava meu sexo de encontro com ao dela, em algumas de minhas penetrações ela gemeu alto a ponto de eu tampar sua boca com uma de minhas mãos e logo a sorrir maliciosamente. Débora era boa no que fazia, mais foi quando ela resolveu se ajoelhar entre minhas pernas e tocar seus lindos lábios em meu sexo que realmente percebi no que ela era experiente, seus lábios eram macios e delicados junto de suas mãos que acompanhavam o ritmo de vai e vem que sua boca fazia pelo meu sexo, naquele momento lhes confesso que não exitei e deixei a natureza falar mais alto, a fitei os olhos e vi escorrer pelo canto de sua boca o meu “gostinho”, gostinho aquele que ela engoliu e sorrio enxugando os que no queixo insistiram em ficar.

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