Suas mãos de veludo passeavam suavemente sobre minha
cintura, me tocavam como se fosse musica e me enchia de arrepios longos.
Fechavam-se os olhos sem presa de serem abertos, e por fim, estava dopada de tanto prazer.
Sentia que o barulho de nossos beijos fossem musicas boas para nossos ouvidos e que o bater de nossas mãos nas paredes e moveis fossem instrumentos propositalmente feitos para nós.
Suas mãos passeavam por todo meu corpo e se perdiam por D’baixo das roupas que agora estavam quentes e úmidas.
Inevitável não se perder na imensidão daqueles olhos escuros, cheios de fome, junto dos lábios saborosos e voluptuosos.
Eu quero.! Quero mais um trago do seu estrago que me faz tão bem.
Fechavam-se os olhos sem presa de serem abertos, e por fim, estava dopada de tanto prazer.
Sentia que o barulho de nossos beijos fossem musicas boas para nossos ouvidos e que o bater de nossas mãos nas paredes e moveis fossem instrumentos propositalmente feitos para nós.
Suas mãos passeavam por todo meu corpo e se perdiam por D’baixo das roupas que agora estavam quentes e úmidas.
Inevitável não se perder na imensidão daqueles olhos escuros, cheios de fome, junto dos lábios saborosos e voluptuosos.
Eu quero.! Quero mais um trago do seu estrago que me faz tão bem.
Samanta Souza e Silva (S.S.S)

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