O amor é como tiro no escuro, em que muita das vezes somos nós mesmos que puxamos o gatilho, algumas vezes somos acertados ou o "tiro" se perde em qualquer lugar. O amor tem dessas coisas, tem desses mistérios.
Nós morremos e ainda sim continuamos vivos, nós perdemos a cabeça e ainda sim ela permanece no corpo, chega ser cômico ou até mesmo épico.
Então vivemos um dia de cada vez com a certeza e a incerteza de que o amor...o nosso amor ainda estará vivo em nós, entre nós.
É assim...o gosto ou o desgosto, a infelicidade ou a felicidade de se ter ou ser um amor.
(Samanta Souza e Silva S.S.S)
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