
Ela já não me fala sobre amor e eu já não escrevo sobre amor para ela, somos iguais, mais ao mesmo tempo o oposto, algo estranho e comum de se ver, almas gêmeas com destinos trocados.
Ela já não me vê e eu já não telefono para ela, temos o mesmo pensamento com objetivos diferentes, algo normal e rotineiro, vida diferente junto de um sentido comum.
Ela já não me toca e eu já não preciso olhar para ela, o desejo em mente aumenta tornando algo proibido gostoso, como uma sinfonia de musicas clássica, apreciamos o desapego e gostamos de uma noite só.
Ela já não me procura e eu já não leio sobre ela, somos sempre juntas mais nunca estamos próximas, algo prazeroso que deixa saudades, desejamos o escuro vindo de uma clareza em comum, algo distante e próximo.
Ela já não fala meu nome e eu já não sei qual é o sobrenome dela, a pureza junto da malicia torna coisas intensas, tornando o comum algo extremo.
Ela é especial para mim e eu sou especial para ela, mais não somos únicas uma para a outra.
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