Ela caminhava ao meu lado, falávamos de como seria o futuro e de como queríamos estar quando o nosso futuro chegar, seu caminhar estava pesado, lento e preguiçoso junto de seus braços que balançavam lentamente acompanhando seu andar vagaroso. Ela não entendia nada do que falava, pois seus ouvidos estavam tampados com tantas baboseiras vindos de um mundo fechado, então eu lhe dizia “sua companhia me faz querer saber como será o futuro” e, ela me sorria gentilmente dizendo coisas controversas dando rumo a outros assuntos.
Oras fitava seus olhos, oras deixava meu olhar vagar por lugares distantes, dava para se notar o tremor que meu corpo se encontrava e o secor que existia em meus lábios, então ela me perguntava “gosta de ficar só?”, e eu me revirava de náusea, pois era impossível ser sincero em uma pergunta cuja resposta seria “gosto de estar contigo” .
Ela definitivamente nunca entendeu quais eram os meus sentimentos, e também nunca percebeu que seus comprimentos para mim eram como se fossem os mais sinceros “eu te amo”.
Oras fitava seus olhos, oras deixava meu olhar vagar por lugares distantes, dava para se notar o tremor que meu corpo se encontrava e o secor que existia em meus lábios, então ela me perguntava “gosta de ficar só?”, e eu me revirava de náusea, pois era impossível ser sincero em uma pergunta cuja resposta seria “gosto de estar contigo” .
Ela definitivamente nunca entendeu quais eram os meus sentimentos, e também nunca percebeu que seus comprimentos para mim eram como se fossem os mais sinceros “eu te amo”.

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