Não era exatamente sexo que queria com Heloísa, apesar dela querer somente esse tipo de relacionamento, pra dizer a verdade não sou como os garotos de hoje em dia, que adora ver pernas se abrirem para que eles possam dispor de prazeres rápidos e profanos, particularmente gosto de garotas difíceis como maçãs que são colhidas do pé e não pegada do chão, mais pode se dizer que hoje em dia é difícil encontrar meninas que se dão o tal valor, só que no caso de Heloisa não pude exitar e deixar de dar o famoso “trato” nela, pois ela era daquelas meninas bonitas com um belo par de coxas e, que coxas aquela garota possuía.
No final de julho pude sentir aquelas coxas firmes presas sobre minha cintura um tanto magra, foi uma transa gostosa, mais nada fora do comum, só que deixe-me ser mais detalhado, pois são os detalhes que torna uma escrita boa de se ler, não é mesmo? Se não me falha a memória era uma sexta feira às quatro horas da tarde que recebi o telefonema de Heloisa pedindo para que eu fosse vê-la, pois estava saindo de viagem e queria se despedir, não sou do tipo esperto, mais não precisava muito para notar que ela estava com outras intenções e não só se despedir de mim. Heloisa morava algumas quadras para frente da minha casa, então não demorei tanto para ir vê-la, fiz como combinado, pedi para o porteiro interfonar o apartamento de numero 20 e subi sem que ela fosse me buscar, toquei a campainha de seu apartamento, passei as mãos pela pouca barba que tinha, conferi meu alito e por fim arrumei a gola de minha camisa e fiquei por esperá-la. Heloisa despojava daquelas regatas largas onde o sutiã fica amostra, usava também aqueles shorts curtos cujos bolsos ficam para fora, seu sorriso estava mudado, estava com um pequeno toque de safadeza junto de um olhar maldoso, devo confessar que nesse momento quis arrastá-la para dentro do apartamento e ver o resto de suas belas coxas sem aquele pequeno short.
No final de julho pude sentir aquelas coxas firmes presas sobre minha cintura um tanto magra, foi uma transa gostosa, mais nada fora do comum, só que deixe-me ser mais detalhado, pois são os detalhes que torna uma escrita boa de se ler, não é mesmo? Se não me falha a memória era uma sexta feira às quatro horas da tarde que recebi o telefonema de Heloisa pedindo para que eu fosse vê-la, pois estava saindo de viagem e queria se despedir, não sou do tipo esperto, mais não precisava muito para notar que ela estava com outras intenções e não só se despedir de mim. Heloisa morava algumas quadras para frente da minha casa, então não demorei tanto para ir vê-la, fiz como combinado, pedi para o porteiro interfonar o apartamento de numero 20 e subi sem que ela fosse me buscar, toquei a campainha de seu apartamento, passei as mãos pela pouca barba que tinha, conferi meu alito e por fim arrumei a gola de minha camisa e fiquei por esperá-la. Heloisa despojava daquelas regatas largas onde o sutiã fica amostra, usava também aqueles shorts curtos cujos bolsos ficam para fora, seu sorriso estava mudado, estava com um pequeno toque de safadeza junto de um olhar maldoso, devo confessar que nesse momento quis arrastá-la para dentro do apartamento e ver o resto de suas belas coxas sem aquele pequeno short.
-Devo entrar ou da para me despedir de você aqui mesmo? Perguntei lhe sorrindo e logo a comprimentado com um leve beijo no rosto.
-Como sempre você é palhaço! Você deve entrar Derek! Se despedir aqui fora não é tão legal assim.
Não pude evitar que meus olhos passeassem por todo aquele corpo, sou homem e isso é de natureza, menti ao mencionar isso? Por fim entrei no apartamento, procurei um lugar para me sentar, até que me sentei em uma das poltronas que havia pela sala, deixei meu corpo relaxar e fiquei por olhar aquela garota sentada frente a mim.
-Vai demorar muito para voltar?
-Talvez eu volte no final das férias, pra dizer a verdade meus pais querem morar por lá, dizem que lá tem um bom ensino e é um lugar ótimo para se morar. Por isso te chamei aqui, talvez eu nem volte, por isso quero me despedir do modo em que deve se despedir de garotos como você, Derek.
Nessa hora já tinha certeza de que a despedida não iria ser só de abraços e palavras como “boa viagem” “volte logo”. Heloisa não era uma desconhecida, era uma colega de sala, na qual sempre me olhava com olhares devoradores, só me surpreendi com tamanha vulgaridade que ela estava me tratando. Enfim, como não gosto de dar muitas voltas vou logo ao assunto que mais lhes interessam, creio eu.
Continua....

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