Heloisa agora estava ajoelhada na minha frente com seu corpo encaixado entre minhas pernas, suas mãos passeavam pela minha barriga dando leves apertões seguindo ao botão de minha calça, em questão de segundos suas mãos adentraram pela minha cueca e por lá fizeram um bom trabalho, foi então que a coloquei sentada sobre meu colo firmando ainda mais suas coxas contra minha cintura, deixei com que minhas mãos passeassem por suas coxas seguindo o caminho das laterais da cintura onde pude retirar com agilidade sua regata, devo confessar que gostei da regata larga, pois facilitou meu trabalho para retirá-la. Heloisa despojava de um lindo corpo e eu de uma linda sorte, deixei meus lábios tocarem aquela pele macia onde beijei por inteiro aquele corpo cheio de curvas bem desenhadas, era prazeroso ver seu corpo se contorcer e arrepiar em meus braços, a maneira como ela gemia baixo em meus ouvidos só aumentavam meu tesão por aquela transa, então quis que aquele momento se prolongasse a cada “entrada e saída“ minha, seus gemidos se transformaram em palavras, palavras como “continue, vai, mais, me chupa, mais, mais, mais”.
Devo afirmar novamente que Heloisa não era nenhum tipo de puta, por mais que neste dia ela estava parecendo com uma, sei que aquela não era sua primeira vez, pois o modo como ela me tocava, os gemidos e as palavras não eram como as de uma garota virgem e sim de uma mulher experiente que queria sexo, sexo e mais um pouco de sexo.
Mais alguns minutos, mais algumas brincadeiras e não demorou muito para que ela entrasse no seu estado de prazer e eu terminar com aquela nossa despedida.
Devo afirmar novamente que Heloisa não era nenhum tipo de puta, por mais que neste dia ela estava parecendo com uma, sei que aquela não era sua primeira vez, pois o modo como ela me tocava, os gemidos e as palavras não eram como as de uma garota virgem e sim de uma mulher experiente que queria sexo, sexo e mais um pouco de sexo.
Mais alguns minutos, mais algumas brincadeiras e não demorou muito para que ela entrasse no seu estado de prazer e eu terminar com aquela nossa despedida.
-Dé, que horas são?
-Eu não sei, talvez umas sete ou oito horas.
-Acho que precisa ir, alguém pode chegar e ainda não arrumei minhas malas.
-Tudo bem, já está mesmo na minha hora, enfim menina tenha uma boa viagem ou quem sabe uma boa moradia por lá, espero que ainda se lembre do carinha que sentava na ultima carteira da sala de aula.
-Eu vou me lembrar, não tem como me esquecer.
Ela me sorrio gentilmente deixando seus lábios encontrarem os meus e iniciar um beijo vagaroso acompanhado de mais algumas carícias, Heloisa me levou até a porta de seu apartamento, me deu alguns abraços apertados e beijos demorados, dessa vez dava para notar sua timidez, diferente daquele fogo que ela estava na hora da minha chegada.
Depois desse dia tive noticias de Heloisa apenas uma vez, ela me enviou uma carta junto de uma foto que ela estava realmente linda, ela dizia algumas coisas como “saudades“ “nunca me esqueci daquela nossa despedida”, mais o que mais me surpreendeu foi o que ela escreveu no fim da carta “eu te amei, acho que ainda amo, mais a vida nos proporciona caminhos diferentes e não pude escolher entre o caminho e você”, talvez ela gostasse de mim e aquela transa significou algo para ela, devo admitir que senti falta de Heloisa, pois coxas como as dela está em extinção no Brasil.
Depois desse dia tive noticias de Heloisa apenas uma vez, ela me enviou uma carta junto de uma foto que ela estava realmente linda, ela dizia algumas coisas como “saudades“ “nunca me esqueci daquela nossa despedida”, mais o que mais me surpreendeu foi o que ela escreveu no fim da carta “eu te amei, acho que ainda amo, mais a vida nos proporciona caminhos diferentes e não pude escolher entre o caminho e você”, talvez ela gostasse de mim e aquela transa significou algo para ela, devo admitir que senti falta de Heloisa, pois coxas como as dela está em extinção no Brasil.
Continua..

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